Foto: Ricardo Duarte/Sport Club Internacional
Teve a postagem in loco com o jogo de ontem em que existiu mais tensão do que jogo e bola jogada, e hoje no Gigante da Beira-Rio foi nesse teor a situação colorada pra entrar pela a primeira vez no G4. Se a fase estivesse ótima, se não houvesse tanta pressão, tanta incompetência, tanta falta de futebol.....até que não teríamos esse cenário todo e a vitória até se transformaria em goleada, só que tudo que foi criado, tudo que foi feito, tudo que foi debatido mundo afora sobre a situação colorada fez o jogo virar uma final de campeonato, fez o jogo ser aquele típico jogo de série B onde se falávamos tanto em Colorado tendo que lidar com a série B, agora era o momento de fato e no final a vitória veio pra aliviar para todos os lados.
O teor no quesito jogo foi bem assim, e quero confessar que se este que vos fala tivesse no Beira-Rio nessa noite de terça-feira certamente iria ver nos 21 mil pagantes presentes a famosa tensão seja ela nas arquibancadas como dentro de campo também.
Igor, fale do Jogo: Vou falar o que de um jogo onde a primeira etapa teve até o Oeste dando as suas estocadas, mas depois um número alto de bolas na área e sem ter um jogador assim? E com mistura de um jogo amarrado, com Oeste batendo demais e sem perspectiva de mudanças, era o jogo mais emocional PRINCIPALMENTE para o lado colorado do que o jogo em si.
O Apelo até parecia outras décadas onde sempre se falava em Futebol Gaúcho atuando dessa forma, mais na força, mais na disposição, mais na garra do que o futebol bonito de toques, objetividades, chutes e assim por diante. No fim do primeiro tempo, o cruzamento vem e Eduardo Sasha completa de cabeça para abrir o placar para o Internacional, o alívio já começava na noite de hoje.
Já na segunda etapa, as chances pouco aconteciam, o jogo era amarrado, catimbado até a ponto de estranhamento do jogador do Oeste com o D´Alessandro e a pipocada do árbitro em nem dar cartão para os dois e tampouco para o desentendimento entre os próprios jogadores dos comandados de Roberto Cavalo. E o Árbitro parecia o zagueiro Álvaro(aquele que já foi do São Paulo, jogou muito tempo fora e até já foi da seleção Olímpica em 2000).
O gol aos 24 minutos, o gol que selou a vitória colorada só simplesmente conduziu ao resumo da fase do Internacional repleta de incompetências, de futebol mal jogado e de trapalhada atrás da outra que até mesmo assim pode dar subida. Um gol aflito, um gol de comemoração que não se contém de jeito algum no torcedor e até me fez lembrar um dito do Osmar Santos que falava em gol assim dessa forma: "Um gol bendito, um gol aflito...EU REPITO." E assim foi o gol, gol que começou quando o Nico López chutou travado com a zaga e a sobra ficou para Uendel, que tentou encobrir todo mundo mas acertou o travessão. Na sobra, a bola para o mesmo Uendel que depois do passe, enche o pé e liquida a partida aflita e chorada por lá. Bola zero, mas disposição de sobra para fazer 3 pontos no sufoco e aliviar por enquanto a vida de todo mundo.
Torcedor colorado, ao menos hoje.....durma feliz, se puder espairecer a cabeça, que espaireça após viver 2 horas na famosa tensão que comprova a sua paixão pelo o Internacional. E um dia de cada vez, sem esquecer de cobrar do que tem que ser cobrado sim.
Deu Colorado na noite de terça da série B!
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